Carne sem fiscalização pode levar a morte
Você sabia?
Consumir carne sem fiscalização pode te levar a morte, diz matéria do canal Centro Rural do portal UOL.
Coibir o abate de animais em lugares sem higiene e expostos à sujeira é uma preocupação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por essa importância de saber o procedência dos produtos no momento de adquirir. O Mapa alerta para os riscos de consumo deste tipo de produto, especialmente na rua ou em edifícios duvidosos. Além disso, os riscos de contaminação durante o processo de abate e transporte, o armazenamento e o preparo do consumo são realizados para a saúde do consumidor.
O risco maior é a toxinfecção alimentar, que pode levar à morte. Mas há outras doenças que são transmitidas para seres humanos, uma série de problemas. Por isso, o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marquês, chama atenção para a importância de um produto bem embalado, refrigerado e, principalmente, com o selo Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura, que atesta qualidade, bem como o Organismo Estadual (SIE) ou Municipal (SIM) correspondente. “Busca sempre um produto que seja 'sifado' e que tenha uma procedência de um local que você seja uma coisa importante a fazer. Risco é uma questão de comportamento ”, afirma Marques, uma referência sobre a responsabilidade do consumidor ao comprar produtos baratos e sem a certificação.
O SIF tem o controlo da origem dos produtos. Cada animal é controlado por uma equipe do Mapa, composta por veterinários e auxiliares, além de profissionais contratados para uma empresa. Em caso de deteção de irregularidades, há um processo de colocação do SIF, o processo de produção é interrompido, há uma autuação do estabelecimento e uma avaliação do risco para uma produção. O processo é retomado quando uma empresa apresenta um plano de prevenção. As vistorias são acionadas e podem ser precedidas do início da produção. Animais do Departamento de Pesquisa de Produtos de Origem Animal (Dipoa) apontam para 278 os abatedouros sifados no País. No ano passado, os processos produtivos de origem animal seguiram os índices de conformidade (90,51%). No período, foramedic.
O Serviço de Inspeção Federal atua junto a seus pedidos, expondo as boas práticas de fabricação e análise de animais, antes e após a morte, descartando os produtos que são sao expedientes para consumo.
Como assim?
A principal dica é prestar atenção na procedência do alimento. O consumidor "nunca deve comprar um produto de origem duvidosa, nenhum caso, clandestino", sob pena de graves problemas de saúde.
Os produtos obtidos a partir do abate clandestino, por exemplo, podem ser guardados veterinários, podem ser vetores de doenças e vegetais. Como as zoonoses, as contaminações das carnes podem ser utilizadas e descartadas mediante uma inspeção veterinária.
Ambas podem provocar uma série de prejuízos à saúde dos consumidores, entre estes estão: tuberculose, brucelose e cisticercose, além das infecções e intoxicações alimentares, causadas por microorganismos que contaminam os produtos de origem animal, cujos sinais variam de diarreias, dores abdominais, febre, abortos e até mesmo demência, confusão mental e óbito.
Se identificado o produto no comércio, sem inspeção, a denúncia deve ser feita na Vigilância Sanitária do município. No procedimento de investigação pelos órgãos de controle sanitários, o assunto poderá ser remetido à Polícia, tendo em vista que muita carne clandestina é proveniente do roubo de cargas no País.
Passo a passo da fiscalização:
- A movimentação de fiscalização está em nenhum momento, onde o animal sofre forte estresse e descanso, durante o período de descanso durante o período de gestação (durante 6 a 24 horas), servindo para renovar suas energias, ser adaptado para novo local e para uma observação de seu comportamento, por médico veterinário especializado, que é como a abordagem de casos, caso há alguma alteração.
- Em uma geração de bovinos, o animal é submetido a uma série de análises e análises, antes e após o abate, para um produto final de qualidade. São as denominadas inspeções ante mortem e post mortem.
- A importância da inspeção “ante mortem” é imprescindível em um estabelecimento de abate, visto que as primeiras enfermidades apresentam sintomatologia clara nos animais vivos, enquanto que no exame “post mortem”, pouca ou nenhuma alteração é detectada.
- A constatação de prioridade nos animais deve ser criada para a entrada do lote e entrada de animais portadores de infecção infecto-contagiosa na sala de saúde, contando-se assim com uma sanidade pública, contaminando como instalações e equipamentos. Enquadram-se neste tipo de doenças, a raiva, o tétano, o carbúnculo etc.
- Durante a manipulação do animal, após o abandono, as várias análises e testes são executados em suas vísceras e gânglios, não há um sentido de fazer o que é necessário à disposição do consumidor. Os pontos de vista da sala de aula são os mesmos que são chamados "linhas de inspeção" e assim assimilados: Exames dos pés - em recursos exportadores; Exame do elemento cabeça-língua; Cronologia dentária - facultativa; Exames do trato gastrointestinal e do baço, pâncreas, vesícula urinária e útero; Exame do fígado; Exame do coração e dos pulmões; Exame dos rins; Exame das partes internas e externas da parte traseira da carcaça e dos nódulos linfáticos correspondentes; Exame das partes internas e externas da parte traseira da carcaça e dos nódulos pré escapulares.
-. Todos os exames, uma partida ao consumo, receber o título de aposta em um pré-pagamento, é uma jogada final e vai para a refrigeração, espera para o consumo. Caso seja detectado algum problema, a carcaça é descartada eo médico veterinário deve ser providenciado como cabíveis.
O que diz uma lei sobre uma fiscalização de produtos de origem animal
As fiscalizações do Mapa são limitadas às produções que circulam entre os estados e os países para a exportação, cabendo a Lei para os Estados e os municípios (apenas no município).
Importante ressaltar que é responsável pela fiscalização, sob o ponto de vista industrial e sanitário, de todos os produtos de origem animal, e conforme estabelecido pela Lei nº 7.889 de 23/11/1989. A fiscalização de dados foi relatada em relação ao município / estado em relação ao SISPA / POA de forma voluntária, prioritariamente promovida a proteção da saúde da população, capacidade de desenvolvimento de atividades de produção e comercialização de produtos.
Tal fato agrega valor aos produtos elaborados no passado em relação à obrigação de consumo, além de promover o recebimento de impostos e incentivos ao emprego formal com mão de obra.
Fonte: MAPA